Café especial é aquele que se destaca na xícara, e esse resultado nasce de uma série de decisões, do pé de café até o seu preparo. Em geral, um café é considerado especial quando chega a 80 pontos ou mais em análise sensorial; os clássicos da Odoyá, por exemplo, têm 84 pontos BSCA.
Os segredos, um por um
- Origem e altitude: saber de onde o café vem faz diferença. O Bourbon Avelã vem de Três Pontas (MG), a 1.050 metros; o Dona Dinacir, de Andradas (MG), a 1.089 metros; e o Kati Gua, de Poços de Caldas (MG), a 1.415 metros.
- Variedade: cada variedade entrega um perfil. O Laranmelo é Mundo Novo; o Kati Gua é Catiguá MG3; o Bourbon Avelã é Bourbon Amarelo.
- Pós-colheita: o processo muda a doçura e o corpo da bebida. O Laranmelo é um café natural, e o Arara Honey passou pelo processo Black Honey.
- Cultivo: há cafés produzidos com cuidado ambiental, como o Dona Dinacir, orgânico certificado IBD.
- Torra: clara, média ou escura, ela valoriza notas diferentes, e o ponto de torra muda o que você sente na xícara.
- Frescor: o café perde aroma com o tempo, por isso a data da torra na embalagem importa.
- Pontuação e notas sensoriais: a nota resume a qualidade e as notas descrevem o que esperar.
O último segredo está na sua cozinha
Depois de todo esse cuidado, o preparo conta: use grãos inteiros, moa na hora e escolha a moagem certa para o seu método. Veja como em café moído na hora e confira os acessórios para preparar o café.
Como encontrar o seu
Na loja, cada café da Odoyá traz notas sensoriais, torra, origem e pontuação. Se está em dúvida, veja o guia qual café combina com você? ou comece por um dos clássicos: Berga Mio, Mero Itajara ou Catuaí Intenso.
Entrega para todo o Brasil
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Odoyá Cafés — Alma Brasileira.